segunda-feira, agosto 10

Escolinha na Serra D'Água

Anônimo em 9/Ago/2009 às 21:11 no post "Belas Palavras de Leandro Silva":
"Prezado Tangra, venho pedir a divulgação do trabalho social que venho exercendo no bairro da Serra D'Água há dois anos.

Tenho uma escolinha de futebol com cerca de 30 crianças, a maioria em situação de risco por não terem acesso a nenhum meio de promoção feito pelo poder público (pra mim a educação em Angra não conta, está falida), não temos bolas, coletes, nada. Viso a saúde física e mental das crianças para afastá-las das pragas atuais, além de trabalhar os valores éticos, sociais e familiares.

Já procurei o Poder Público, órgão incumbido de proporcionar a prática de desportos pelas crianças conforme reza o artigo 217 da CRFB que nossso Governo Municipal não cumpre. Peço sua colaboração para que a comunidade da Serra D'Água possa ter a tão sonhada escolinha de futebol digna, com coletes, bolas, que as crianças sejam tratadas com respeito e não com a mazela desse governo.

OBS: Na audiência pública realizada no Bairro, com a vereadora Vilma e secretários, os mesmos me prometeram a implementação da escolinha no bairro mas até agora nada, já se vão 3 meses e nem me ligar como haviam dito me ligaram, devem estar esperando as próximas eleições."

TAngra:
Prezado Anônimo, podem ter esquecido. Agora que você os lembrou certamente vão providenciar a ajuda prometida e combinada.

Você já pensou em organizar uma visita das crianças da Escolinha de Futebol até o Plenário da Câmara num dia de sessão, numa terça ou quinta-feira? Seria uma boa aula sobre valores éticos e civismo para as crianças. Para os professores da Escolinha também. Poderiam ter a oportunidade, inclusive as crianças, de conversar com os Vereadores diretamente. Seria mesmo uma boa aula.

Pensem nisso.

Podem contar com nosso apoio e abraços a todos.

2 comentários:

  1. "ATÉ QUE EMFIM NOTÍCIA BOA"

    Aprovado em concurso público deve ser nomeado, diz STJ
    Determinação foi dada nesta segunda-feira (10).
    Garantia vale mesmo que o prazo de vigência do concurso tenha expirado.

    Do G1, em São Paulo
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    O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que o candidato aprovado em concurso público dentro do número de vagas previstas em edital a tem direito a ser nomeado e a tomar posse.



    Confira lista de concursos e oportunidades


    A garantia acontece mesmo que o prazo de vigência do concurso tenha expirado e não tenha ocorrido contratação precária ou temporária de terceiros durante o período de sua vigência.


    Para o ministro Napoleão Nunes Maia, presidente da Quinta Turma do STJ, a administração que promove um concurso público está obrigada a nomear os aprovados dentro do número de vagas, quer contrate ou não servidores temporários durante a vigência do certame.


    O caso foi parar no STJ após uma ação promovida no Amazonas. Em 2005, a Secretaria de Saúde do Amazonas abriu 112 vagas para o cargo de cirurgião dentista. O exame foi realizado em 2005 e a validade prorrogada até junho de 2009. Neste período, porém, foram nomeados 59 dos 112 aprovados.


    Com a expiração da validade, dez candidatos que foram aprovados pediram o direito à posse dos cargos junto ao Tribunal de Justiça do Amazonas, que rejeitou a ação com o argumento de que a aprovação em concurso público gera apenas expectativa de direito à nomeação e não gera danos aos aprovados.
    O grupo de aprovados, então, recorreu ao STJ.


    O ministro Jorge Mussi determinou a imediata nomeação dos impetrantes nos cargos para os quais foram aprovados no Amazonas.


    Para o Ministério Público Federal, a administração está constitucionalmente obrigada a prover os recursos necessários para fazer frente a tal despesa, no caso, o total de vagas abertas. O subprocurador-geral da República Brasilino Pereira dos Santosafirmou que a administração não pode alegar falta de recursos financeiros para a nomeação e posse dos candidatos aprovados

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  2. Bem que os nobres vereadores poderiam fazer uma sessão extra, em um sábado por exemplo, ou após as 18:00h para que nós funcionários pudéssemos participar da sessão e com isto opinar, os horários são imcompatíveis e por este motivo, nunca podemos reevindicar nada.Mas tenho certeza que NÃO vão fazer isto, seria mesmo que um tiro no pé.

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